terça-feira, 9 de abril de 2013

Game of Thrones


Épico. É a palavra que melhor define a série Game of Thrones. Produções desse porte raramente são vistas na televisão, as grandes histórias fantásticas são quase sempre levadas as telas pelos estúdios de cinema a exemplo de O Senhor dos Anéis e Harry Potter. Mas, existe um canal de TV chamado HBO que volta e meia nos presenteia com algo grandioso, Roma e Bands of Brothers estão aí para provar. E com GoT não foi diferente, esforço e dinheiro não foram poupados para entregar uma saga épica sem igual na TV mundial atualmente.
Game of Thrones é baseada na série de livros As Crônicas de Gelo e Fogo do autor norte-americano George R.R. Martin que já conta com 5 livros publicados, cada livro rendeu uma temporada até agora, porque o terceiro livro ganhará duas temporadas. Afinal um livro de quase 900 páginas não poderia ser condensado em 10 episódios. O autor também é responsável pelo roteiro de um episódio por temporada do show.
A história de GoT se desenvolve em Westeros , uma espécie de mundo medieval onde as estações duram anos, e mostra a disputa pela conquista do Trono de Ferro e assim o controle sobre os Sete Reinos, em que famílias nobres  e poderosas se envolvem no jogo dos tronos, jogo perigoso com muito sangue, sexo e intrigas palacianas. Fatos importantes também acontecem nas terras selvagens para além da Muralha e nos continentes a leste, como nas terras livres e na baía dos escravos, onde forças malignas, feras que se achavam extintas e personagens importantes aguardam o momento certo para liberar suas forças sobre Westeros. Traições, mentiras, planos ardilosos e mortes são alguns ingredientes básicos da trama.  Aí vai um conselho para quem vai assistir ou já assiste, mas não lê os livros: não se apegue a nenhum personagem, pois ele pode ser o próximo a perder a vida de uma forma brutal.
Pontos positivos: O maravilhoso roteiro que não perde a essência dos livros, o extremo cuidado da cenografia, do figurino, da maquiagem. Os atores que deram vida os personagens já conhecidos do público e que não deixaram a desejar em nada. E a direção que acertou a mão, sendo capaz de criar cenas antológicas como: a coroação de Viserys Targaryen,  a batalha do Água Negra, os Outros para lá da Muralha, Daenerys Targaryen ressurgindo do fogo e provando ser o verdadeiro Dragão, a ascensão de Robb Stark, as coisas feitas por amor, pessoas que perderam a cabeça e outro que perdeu a mão da espada. Só posso dizer que estou ansioso para ver o que os produtores estão preparando para o Casamento Vermelho.
Ponto negativo: a quantidade de personagens que, as vezes, torna difícil se lembrar quem é quem.
Toda saga épica que se preze tem sua marca musical, aquele tema que só de ouvir já te remete à história, e o tema musical de GoT pode ser ouvida na abertura de todos os episódios. Abertura essa, aliais, que se transformou em um clássico.
Game of Thrones não é apenas um fenômeno televisivo sendo a série mais pirateada e com o recorde de DVDs e Blu-rays vendidos por uma série de TV a cabo, já se transformou em um fenômeno cultural. Foram vendidos mais de 15 milhões de livros em mais de 20 idiomas, que ajudaram a dar visibilidade e a mudar a fantasia adulta, a língua dorhraki conta com mais de 2500 palavra no seu léxico e diversos adeptos pelo mundo, a série virou referência para outras produções:  até Os Simpsons tiveram sua abertura à la Game of Thrones. Além de inúmeros produtos relacinados a ela: jogos de video game, de rpg, de tabuleiro, bonecos e adaptações para graphic novel. GoT tem também possui um enorme fandom, com debates sobre as varias teorias sobre personagens e fatos ainda não totalmente reveldo, são bem presentes também na vida do autor, inclusive com protestos acaloradoas na internet devido a demora de publicação entre um livro e outro e algumas alterações feitas na série de TV.
Cada temporada possui 10 episódios, a terceira temporada começou em 31 de março e está sendo transmitida simultaneamente nos EUA e no Brasil. A série já foi renovada para a quarta temporada.
Agora que você já sabe o que está perdendo comece a assistir imediatamente, pois os ventos estão esfriando e isso significa que “O Inverno está Chegando”.

"Quando se joga a Guerra dos Tronos, você vence ou morre!"
Trecho retirado da série

domingo, 23 de dezembro de 2012

As Vantagens de Ser Invisível




Como é se sentir sozinho, isolado, sem amigos? Como é se sentir invisível?

Para Charlie não é nada fácil. No filme As Vantagens de Ser Invisível Charlie (Logan Lerman) nos conta sua história através de cartas enviadas a um desconhecido (que poderia ser eu ou você), as vezes triste as vezes alegre. Ele é um menino entre seus 15 e 16 anos que acaba de entrar para o ensino médio, mas tem uns fantasmas para superar: sua timidez, suas inseguranças, a depressão desenvolvida após o suicídio do seu melhor amigo e, por isso,  o que lhe causa maior tristeza é a solidão, não poder fazer parte de uma turma, não ter com quem sentar no refeitório, nem com quem dividir seu gosto por literatura e música. Além de tudo isso Charlie carrega consigo um tráuma e uma culpa enorme que o leva a um comportamento suicida. No entanto, Charlie não quer que seus mais de 3 mil dias de aulas restantes sejam sempre tão solitários. Porque Charlie deseja, acima de todas as coisas, companhia.

As coisas começam a mudar para ele quando Patrick (Ezra Miller) e Sam (Emma Watson) cruzam o seu caminho e são capazes de oferecer a Charlie tudo aquilo que ele tanto almejava.

Patrick é gay, namora um jogador de futebol americano que não quer assumir o relacionamento.

Sam, menina bonita, por vezes ingênua, com um passado meio promíscuo e que segundo Charlie não se dá o valor que merece.
Emma e Logan deixando Hermione e Percy para trás
Com essa amizade Charlie passa curtir essa fase vida, e junto com ele passamos a presenciar momentos iluminados e de beleza simples e encantadora. Charlie dá o primeiro beijo, se apaixona a primeira vez, se droga, vai a festas e faz tudo que não seria possível fazer sozinho.



O longa ganha muito pontos pelo elenco. O trio principal está incrível e rola muita química entre eles. Logan Lerman segurou bem esse personagem tímido e que carrega tanta dor consigo. Emma Watson, linda para variar, surge encantadora e dá um frescor a sua interpretação que torna impossível não se apaixonar por Sam. Por último, mas não menos importante, Ezra Miller impecável – repare nele na cena da peça teatral. O filme ganha mais pontos ainda no que tem de melhor: o roteiro escrito pelo diretor Stephen Chbosky baseado no livro homônimo também de sua autoria. Os diálogos do filme são um primor e de uma profundidade raramente encontrada em filmes desse tipo.

Agora pergunto a você: será que não existe em alguma parte sua um pouco do Charlie? Será que você também não deseja as mesmas coisas que ele? Porque em mim há sim!

                Sou como Charlie, preciso de amigos para me sentir vivo e parte do mundo.

Amizade, aquele sentimento que estranhamente nos faz sentir inteiros, completos – ou como diz Charlie – nos faz sentir infinitos. Amigos são aqueles que mesmo sem saber nos serve de apoio para que não caiamos no abismo que se encontra em nosso interior, sejam aqueles amigos bem próximos, aqueles que vemos diariamente, aqueles que não vemos com tanta frequência, os amigos virtuais, os amigos que não conhecemos – como o destinatário das cartas de Charlie.

Poucas foram as histórias que me tocaram e me marcaram tanto, na qual agora se inclui As Vantagens de Ser Invisível. E isso aconteceu pela forma tão sensível com que temas tão fortes foram tratados: drogas, sexo, homossexualidade, descobertas, medos, traumas, mas principalmente a amizade. Amei o filme, ele já é de longe um dos meus preferidos. Há muito tempo não ficava tão comovido e enternecido por uma história.

E ao final descobrimos, juntamente com Charlie, as vantagens de ser notado. As vantagens de ser visto.

Bem-vindo à turma!



“Eu sei que tem pessoas que dizem que essas coisas não acontecem, e que isso serão apenas histórias um dia. Mas agora nós estamos vivos. E nesse momento, eu juro. Nós somos infinitos.”

Trecho retirado do filme



The Perks of Being a Wallflower (EUA, 2012). Drama, romance. Cor. 102 min.
Direção:
Stephen Chbosky.
Elenco:
Logan Lerman, Emma Watson, Ezra Miller.

Notas: IMDb 8.4 em 10, Metacritic 67 em 100

terça-feira, 13 de março de 2012

Star Trek


O destino prega peças interessantes. Coisas que antes pareciam certas, deixam de ser em um instante e coisas aparentemente impossíveis, tornam-se fáceis na mesma velocidade. Por isso se julgar incapaz de algo, acredite, é uma besteira.
Em Star Trek os personagens se deparam a todo momento com as reviravoltas da vida. No inicio do filme acompanhamos o nascimento de James T. Kirk dentro de uma nave atacada pelo vilão da história Nero, enquanto seu pai se sacrificava ao cometer um ato suicida na tentativa de salvar a vida do filho. Em mais dois avanços de tempo acompanhamos o crescimento de Kirk e Spock. Kirk um jovem arrogante e sempre em busca de problemas. Spock um Vulcano que tenta sobrepor seu lado racional em detrimento de seu lado emocional herdado da mãe humana. E quis o destino que estas pessoas tão diferentes fossem parar no mesmo local: Academia de formação de cadetes da frota estelar.
Para quem acompanha a série Jornada nas Estrelas este filme é uma espécie de préquência do cânone original. E para quem, assim como eu, nunca tinha visto algo relacionada a série acredite é ótimo da mesma forma, ou até mais legal, na verdade, porque como não tinha conhecimento prévio a respeito da história e de seus personagens pude aproveitar mais o filme sem me importar com o que se alinhava a história original, o que estava certo o que estava errado, esse tipo de coisa.
A direção de J.J. Abrans é super competente. O filme ganha um ritmo agiu, necessário ao desenvolvimento da história. O roteiro é bem cuidadoso com muita ação e graça também.
A escolha do elenco foi um achado, um grupo coeso, afiado e que se adaptaram muito bem aos famosos personagens. Chris Pine como Kirk, Zachary Quinto como Spock, Karl Urban, Zoë Saldana e o vilão Eric Bana.
Ano que vem teremos uma nova aventura dessa turma, por isso é bom já assistir este episódio para ficar aguardando ansiosamente pela chegada de Star Trek 2.
E vamos aproveitar e torcer para que o destino ou o acaso sejam bons para nós também. Mas saiba que, qualquer um dos dois que aparecer na sua vida, não tem 100% de controle sobre você, pois você tem o livre arbítrio e controle sobre o que te cerca. Porque nessa jornada pelas estrelas quem tem o poder de nos fazer felizes somos nós mesmos.
“Você é totalmente capaz de decidir seu próprio destino.
A questão que está encarando é: que caminho vai escolher?
É algo que só você pode decidir”
Trecho retirado do filme
Star Trek (EUA, 2009). Ficção Científica . Cor. 127 min.
Direção: J.J. Abrams.
Elenco: Chris Pine, Zachary Quinto, Karl Urban, Zoë Saldana e Eric Bana.
Notas: IMDb 8.1 em 10, Metacritic 83 em 100

quinta-feira, 8 de março de 2012

Galera que acompanha o blog, estou um pouco ausente por estes dias, mas prometo que neste final de semana teremos post novo. OK?! Voltem sempre.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Shakespeare Apaixonado


Este não é um filme biográfico, muito menos a versão histórica dos fatos, mas é justamente esse o charme de Shakespeare Apaixonado: a maneira que os roteiristas encontraram para contar a história de como Shakespeare criou a história de Romeu e Julieta.

Sofrendo de um bloqueio criativo Will Shakespeare se dá conta de que pra voltar a escrever bem ele precisa de uma nova Musa, a mulher que irá inspirá-lo trazendo o amor de volta a sua vida, tornando a escrita mais fácil e fluida. É então que ele conhece Viola, moça da alta aristocracia, apaixonada por teatro em uma época em que era proibido mulheres no palco e que ao descobrir que seu autor preferido (Shakespeare) faria audições para uma nova montagem se fantasia de homem, para assim, poder participar. A paixão fulminante dois é ameaçada, pois Viola está prometida em casamento ao Lord Wessex. Bem pra resumir o filme digo que Shakespeare escreve sua obra mais famosa, Viola faz o que lhe é de obrigação e o amor do qual o filme fala, bem o amor, este não morre.

O filme venceu 7 Oscars em 1999 melhor filme, melhor atriz (Gwyneth Paltrow), melhor atriz coadjuvante (Judi Dench), melhor direção de arte, melhor figurino, melhor trilha sonora, melhor roteiro original. O único prémio que discordo completamente é o de melhor atriz, já até disse isso aqui no blog, Gwyneth nunca demonstrou uma interpretação tão magnifica assim, nem aqui. Dizem as más línguas que este foi um prémio político, afinal eles não dariam o Oscar para uma atriz latino-americana como Fernanda Montinegro.

O principal tema do filme, assim como da história de Romeu e Julieta, é o amor, mas não qualquer amor. É sobre o grande amor da vida. Aquele que segundo alguns só acontecem uma vez, que arrebata, sem controle, sem freios e sem destino certo. É o amor que inspira. O amor que nunca morre, mesmo que os corpos dos amados se separem. Romeu e Julieta que os digam: ao morrerem fizeram da sua história de amor a mais famosa e imortal de todos os tempos.

Segundo o dicionário Aurélio amor é: Sentimento que predispõe alguém a desejar o bem de outrem. Sentimento de dedicação absoluta de um ser a outro. Inclinação sexual forte por outra pessoa. Afeição, amizade, simpatia. O objeto do amor. Esse sentimento que pode ser descrito de forma tão simples, que na cultura ocidental, se transformou na maior conquista que um ser pode conseguir ao encontrar o AMOR da sua vida e desse momento em diante se sentir completamente realizado, aquele sentido de que não falta mais nada. No filme Will conquista este amor e com ele toda sua inspiração.

Mas isso me faz pensar: será por que nos sentimos tão impelidos a realizar atos grandiosos, a perseguir sonhos, a mudar todo nossa vida por amor a alguém? Porque, acredite ou não, este tipo de amor motiva a ser o melhor que se pode ser, a querer o melhor que conseguir, a atingir a plenitude física, espiritual, sexual e emocional. Se elevar a outro plano potencializando os pontos fortes e fazendo se esquecer dos pontos fracos. Pode parecer piegas, mas acredite ele existe. E eu espero querido leitor que você possa viver algo parecido, de verdade, espero mesmo.

Que você encontre, assim como Will e Viola no filme, aquela pessoa capaz de trazer a sua vida: poesia, aventura e amor. E tudo de uma vez só.

A Poesia para tornar a distancia e a ausência mais suportáveis e a presença mais prazerosa e profunda.

A Aventura de descobrir coisas e prazeres novos, a promessa de novas perspectivas e experiências.

E o amor que ilumina a alma e clareia os dias que ilumina mais que o sol e ofusca a lua. E que acima de tudo satisfaça, com juras de amor, uma alma solitária.

“Meu amor é tão profundo que quanto mais te der, mais tenho pra dar.”

Trecho retirado do filme

Shakespeare in Love (EUA, Reino Unido, 1998). Comêdia Romantica. Cor. 123 min.
Direção: John Madden.
Elenco: Gwyneth Paltrow, Joseph Fiennes, Judi Dench, Imelda Staunton, Colin Firth, Bem Affleck

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Everwood


O SBT nunca foi tão feliz ao renomear uma série aqui no Brasil do que com Everwood ao a acrescentar o subtítulo Uma segunda chance. Por que é exatamente sobre isso que a série trata: ter uma segunda chance na vida. Todos os personagens, sem exceção, precisão e recebem uma segunda chance na história.

A série narra a vida da família Brown que deixa Nova York, após a morte de Julia, esposa de Andy (Treat Williams) com quem teve dois filhos Ephram (Gregory Smith) e Delia (Vivien Cardone) e vão morar em uma pequena cidade do interior do Colorado chamada Everwood. E lá eles tem suas vidas transformadas ao serem obrigados a encarar certas diferenças e resolverem certos conflitos antes deixados de lado.

Em Everwood eles conhecem todos os típicos personagens de cidade pequena, com seus preconceitos e personalidades características, mas outra família ganha destaque especial: os Abbotts formados pelo pai Harold (Tom Amandes), pela mãe Rose e pelos filhos Amy (Emily VanCamp ) - que é o grande amor de Ephram - e Bright (Chris Pratt) - que após umas desavenças no início acaba se tornando melhor amigo de Ephram.

A série é composta por quatro temporadas com qualidade variada. A primeira é indiscutivelmente a melhor, com um roteiro fantástico, que infelizmente vai perdendo a vivacidade e o fôlego durante os anos chegando a uma quarta temporada fraca e sem as ótimas situações do início. O desempenho dos atores sempre foi satisfatório, principalmente do elenco jovem. Sem contar nos ótimos personagens que conhecemos durante este tempo como: Nina (Stephanie Niznik), Dr Jack, Colin, Kyle, e muitos outros. Se tem uma coisa que eu adoro na série é o tema de abertura, uma pena foi eles terem mudado a arte de abertura na terceira temporada, gostava mais da primeira.

Mas, mais importante do que resumi a estória aqui para vocês, é dizer a mensagem que ela me transmitiu a de que em algum momento da vida, todos nós, precisaremos de uma segunda chance,., uma nova chance para recomeçar, para continuarmos de onde paramos. Uma nova chance para concertarmos os erros do passado para assim seguir em frente.

Mesmo que não possamos voltar atrás e mudar o que fizemos é possível se redimir e recuperar o tempo perdido.

Eu acredito que todos merecem o benefício da dúvida, porque poxa, às vezes as coisa que eu fiz foi por falta de experiência, porque não sabia lidar com aquela situação e deixei as emoções tomarem conta, fiquei tão empolgado, ou desmotivado que fiz exageradamente uma coisa ou deixei de agir em determinadas situações. Mas agora que aprendi, isso não vai mais se repetir. Prometo. É meio assim sabe. Que pena que a maioria das pessoas não estão dispostas a dar uma nova oportunidade, nem digo perdoar, mas tentar de novo. Assim como os personagens desta série maravilhosa foram capazes de fazer inúmeras vezes, porque não há vergonha em si admitir fraco ou errado, a vergonha está em não si saber fraco e errado, a continuar fazendo as mesmas coisas do mesmo jeito pra sempre. A mudança é bem vinda, mesmo ela chegando de forma tortuosa através das nossas quedas e das caras nos muros. Só precisamos mesmo de pessoas que nos acompanhe pelo caminho caindo e levantado, errando e acertando, de novo e de novo.

“Eu adoraria te dizer que tudo vai ficar bem. Isso é o que todo mundo me diz, mas não está. Voce pode ficar aqui ou você pode voltar. Qualquer caminho vai ser ruim. Mas eu descobri que pelo menos quando ficar ruim você sabe que está vivo.

Eu acho que o que eu estou tentando dizer é que está tudo bem quando tudo fica ruim. Isso significa que você está em algum lugar.”

Trecho retirado da série.

Everwood (EUA, 2002 - 2006). Drama. Cor. WB.
Criação: Greg Berlanti
Elenco: Treat Williams, Gregory Smith, Emily VanCamp, Vivien Cardone, Chris Pratt, Tom Amandes, Stephanie Niznik.